Saturday, November 28, 2009

Imagens















Saturday, November 21, 2009

TIA VANDA – PARTE 79 A FESTA DE FORMATURA

Ao final do número, Madame falou:
- Senhores e Senhoras, Dommes e Doms, estamos aqui reunidos para um momento especial. Há três meses me foram entregues algumas peças. Eram arremedos de sissies, a maioria masculinos e desajeitados, brutos e rebeldes. O que lhes entrego hoje são perfeitas meninas perfeitamente submissas e conformadas com sua nova condição. Para comemorar esse feito, teremos várias apresentações. A primeira delas será de Mestre Cruel, um especialista em tirar de suas sissies o máximo de prazer. Não é apenas um espetáculo que lhes apresento, mas uma verdadeira aula. Aplausos, por favor.
Mestre Cruel entrou, ovacionado pelos convidados, enquanto as duas sissies que serviram para o violino árabe se retiraram. O dominador trazia consigo uma sissies magrinha e pequena e uma estrutura que parecia uma cadeira sem encosto ou forro. A estrutura foi colocada no chão e a sissie amarrada a ela. Suas nádegas ficaram levantadas e expostas e a cabeça ficou ao nível do chão. Mestre Cruel colocou na boca da sissie um aparelho que forçava os lados da boca, forçando a sissie a manter a boca aberta.
- O que lhe ensinarei hoje é como tirar o máximo de prazer do cu de uma sissie com um método muito simples e engenhoso. Observem que a peça está totalmente imóvel, incapaz de se mover ou de fechar a boca. Também está com o cu numa posição que permite a penetração sem qualquer tipo de obstáculo. Por favor, a caixa!
Uma das gêmeas entrou com uma caixa preta e ficou a postos ao lado da estrutura. Em seguida o dominador penetrou o ânus da sissie.
- Um dos problemas de uma sissie muito usada é que seu buraco aos poucos vai ficando largo e gera pouco prazer. Vou lhe ensinar algo que fará com que esse rabo aberto torne-se totalmente estreito a ponto de massagear meu pênis.
A um sinal, a gêmea abriu a caixa e tirou de lá uma minhoca. Os olhos da escrava se arregalaram ao ver o animal se contorcendo próximo de seu rosto.
- Uma simples minhoca fará toda diferença. Sabemos que a maioria das sissie tem medo de minhoca. E o medo aumenta na medida em que aumentamos o contato.
Pegando a minhoca, o dominador colocou-o sobre o rosto da sissie, que gritou desesperada, apesar do aparelho na boca. A minhoca caiu, mas foi recolhida e colocada novamente sobre o rosto da coitada. Logo ela achou um local para se esconder e entrou na boca da sissie. Esta gritava desesperadamente e tentava afastar o bicho com a língua, muito inutilmente.
- O medo faz com que a cadela comprima o ânus a níveis que se imagiva imposssíveis. Com isso conseguimos não só o prazer sexual, mas o prazer da humilhação principalmente.
Com um gesto, o dominador retirou a minhoca e a escrava soltou um suspiro de alívio.
- Quando retiro, ela relaxa. Quando coloco de novo, ela comprime, massageando perfeitamente meu pênis. Vou mostrar como se faz.
O Dom ficou com a minhoca na mão, ora abaixando-a e deixando que ela penetrasse na boca da escrava, ora tirando-a. A sissie gritava, tentava fugir, mas só o que podia era comprimir e relaxar o anus. E fez isso até que seu dono gozasse.

Thursday, November 05, 2009

Bonecas são para brincar







Thursday, October 29, 2009

Feminização forçada

TIA VANDA – PARTE 78 A FESTA DE FORMATURA

Finalmente havia chegado o dia da formatura. Estávamos todas muito empolgadas e, ao mesmo tempo, apreensivas, pois seria uma grande festa. Madame estava estressada, preocupada que tudo acontecesse corretamente e, ao menor vacilo, nos castigava com a cane. O castelo foi devidamente enfeitado nas cores vermelho e preto, típicas do sadomasoquismo, mas as sissies usaram roupas diferentes. A maioria de nós usou um vestidinho rosa, curto e com muitos babados. Duas sissies foram amarradas nuas, uma de cada lado da porta, numa posição em que suas nádegas ficavam elevadas. Velas foram colocadas em seus anus, formando assim, dois belos castiçais. Dessa forma, os convidados eram recebidos dessa maneira tão singela e excitante.
Os convidados começaram a chegar no início da noite, uma noite que duraria muito. As mulheres vinham com lindos vestidos pretos ou roupas de couro. A maioria delas usava botas de salto alto, o que as deixava ainda mais lindas e absolutas.
A maioria dos homens vinha de terno, mas alguns usavam roupas de couro devidamente adaptadas para liberarem seus pênis.
Ao chegarem, todos eram encaminhados pelas gêmeas a suas mesas. Alguns pediam drinques ou comidas, outros pediam os serviços de uma sissie boa em felação. Algumas das sissies não tinham donas e outras haviam sido liberadas por suas donas, e ainda havia aquelas que foram servir seus próprios donos, de modo que no final tudo se ajeitou.
Tocava uma música suave que foi logo interrompida pela primeira apresentação. Duas sissies se encaminharam ao palco e se posicionaram de forma adequada, de forma que ficaram disponíveis para o violino árabe. Nisso foram devidamente assistidas pelas gêmeas, que introduziram as bolas de metal e as colocaram na posição correta. Isso foi feito com as luzes apagadas, para não relevar a surpresa, o que certamente tornou o arranjo ainda mais complexo. Mas, quando as luzes se acenderam, as duas sissies estavam lá e atrás dela Madame num lindo vestido de cauda que se abria na frente. Madame pegou a vareta e começou a tocar a violino tirando lindas notas das bundas das sissies. Muitas de nós começaram a chorar e todos aplaudiram. Sabíamos que aquele número era a indicação de que nossos dias na casa chegavam ao fim e, junto com eles, a felicidade daqueles momentos. Sobraria apenas a saudade do castelo, de Madame e das amigas.

Tuesday, October 27, 2009

TIA VANDA – PARTE 77 – O castigo de Stephanie

O castigo foi um verdadeiro suplício para Stephanie. Ela sempre se considerara um homenzinho e odiava sequer pensar em si mesma chupando um belo e grosso pau. Ainda assim, teve que obedecer, até porque o castigo seria severo. Madame não tolerava insubordinações.
Aliás, para facilitar os castigos, Stephanie passou a usar uma roupinha apropriada. A pedido de Mestre Sádico, que tinha tara por colegiais japonesas, ela passou a usar um topizinho branco, com detalhes em rosa e uma saia muito curta, também branca com detalhes em rosa. Nada de calcinhas.
Houve uma pequena mudança no programa. Ao invés de castigar Stephanie com a cane, Mestre Sádico preferia usar as próprias mãos, num método mais prático e rápido. Se percebesse que a pobre sissie não estava cumprindo corretamente suas obrigações, ele a fazia sentar-se em seu colo, levantava a saia e começava a dar vigorosos tapas em sua bunda.
Qualquer coisa era desculpa para esse tipo de castigo: uma chupada mal calculada, um beijo pouco apaixonado, uma desatenção, um olhar para outro lado que não fosse o pênis, ou até mesmo uma palavra que não fosse direcionada ao pênis adorado.
Sádico tinha um olhar de lince, observando cada detalhe e aplicando o castigo imediatamente. Por outro lado, quando sentia que Stephanie estava se esforçando em sua tarefa, ele lhe dava uma recompensa. Podia ser um carinho na cabeça ou um pouco de comida. Aliás, nesse sentido, ele também inovou. Dava muito pouca comida para a sissie, de modo a deixá-la sempre com fome. E, quando dava, era preferencialmente, comida para cachorro, que ele molhava em seu pênis úmido.
Stephanie aprendeu, como um cachorro, que seria recompensada quando fizesse o certo, e severamente punida quando fizesse o errado.
Se no começo Stephanie parecia odiar a sua nova situação, com o tempo ela começou a se acostumar. No segundo dia ela já cumpria bem suas obrigações, tanto que foi punida com os tapas na bunda apenas 20 vezes. No terceiro dia esse número ficou em 15 e no terceiro baixou para 5 punições. Aliás, no terceiro dia pareceu que ele batia apenas por prazer, pois a pobre menina estava mais dedicada que nunca.
Na verdade, Stephanie foi ficando viciada no pênis do seu Mestre. Beijava-o e lambia-o com prazer sincero e paixão visível. Mal o Dom se sentava, e ela pulava para sua posição submissa e começava seu trabalho. A melhora na técnica era também visível pelas expressões do Dom.
Stephanie foi tão bem condicionada que chegou um ponto em que não conseguia viver sem o pênis do Dom. Se, por alguma razão, ele precisava se ausentar, ela chorava como uma menina que tivessem lhe levado a boneca. Quando ele se aproximava, ela abria um enorme sorriso e corria para beijar o pênis adorado. Agarrava-o e enchia de beijos, como se tivesse medo de voltar a perdê-lo. Chegou a confessar que não conseguia pensar em mais nada e até mesmo sonhava que estava praticando felação.
O que seria uma solução, virou um problema. Logo ficou claro que Stephanie não poderia ser devolvida à sua antiga dona. Ela simplesmente definharia de tristeza ao se separar do pênis de seu senhor.
Mestre Sade foi obrigado a comprá-la de sua antiga dona e a negociação só aconteceu sob a promessa de que esta poderia participar de sessões em conjunto com ele, usando Stephanie. No fundo, a antiga dona se sentiu até feliz por ver seu antigo noivo agora totalmente feminizado e submisso. Havia se transformado em uma linda menina.
Soube depois que foi necessário até mesmo um esquema para que o Dom pudesse sair de casa para trabalhar, por exemplo. Uma réplica de seu pênis, feita de silicone foi feita para que Stephanie não se sentisse tão só nessas ocasiões. Quando seu Dono não estava, a menina dormia com esse pênis em seus braços ou em sua boca, como um bebê que suga a mamadeira durante o sono.

Monday, September 28, 2009

TIA VANDA – PARTE 76 – O castigo de Stephanie

- Antes que saiam, quero que saibam qual será o castigo de Stephanie. – disse Madame, fazendo um gesto para as gêmeas.
Estas saíram e voltaram com um homem grande e forte. Usava uma calça de couro e botas. Um detalhe chamava atenção: na parte da frente, a calça se abria revelando um pênis grande e roliço. Mesmo flácido, ele parecia enorme.
- Stephanie será reeducada através da técnica de tutora de pênis. Ainda faltam cinco dias para a formatura. Até esse dia, Stephanie será a tutora do pênis de Mestre Sádico, nosso convidado.
Mestre Sádico passará os próximos dias em nossa escola, conhecendo os detalhes de nosso método de feminização. Durante esses cinco dias, Stephanie ficará ao seu lado 24 horas por dia. Não lhe será permitido afastar-se um único minuto sem autorização do Senhor. Mesmo quando for no banheiro, só poderá ir se ele assim autorizar.
Durante todo o tempo em que estiver ao lado de Mestre Sádico, Stephanie cuidará de se pênis. Isso significa que ela não poderá olhar para outra coisa ou mesmo pensar em outra coisa que não seja o pênis do Dom. Quando ele estiver andando, ela deve ir ao seu lado, de quatro, na coleira, mas seu olhar deve estar para cima, para o pênis do Dom.
Se ele estiver sentado, ela deve se postar entre suas pernas e começar a lamber e beijar o pênis durante todo o tempo. Só deverá parar se isso lhe for expressamente ordenado. Mesmo que ele passe uma, duas ou até três horas sentado, Stephanie deve ficar ao seu lado, lambendo e beijando.
Ela deve adorar o pênis como se ele fosse algo divino, uma entidade que merece toda a atenção. Nesse sentido, essa punição exigirá muito dela, pois não é permitido um único segundo de desatenção.
Quando o Dom for ao banheiro urinar, ela deverá tomar toda a iniciativa: deverá direcionar o pênis do Dom e depois limpá-lo, com a boca, evidentemente. Quando ele for tomar banho, ela deverá ficar ao seu lado, os olhos sempre postados no pênis e, no momento certo, deverá fazer a limpeza e a secagem do pênis.
Qualquer momento de desatenção será punido imediatamente com 20 golpes de cane. Até mesmo na hora de comer ou beber água, Stephanie deverá continuar sua adoração. Toda água que passar por sua boca, nesses cinco dias, deverá antes ser usada para lavar o pênis do Dom. Assim, mesmo em um ato simples, como saciar a sua sede, ela deverá se lembrar do que é mais importante. Quando for comer, a comida será antes batizada com o esperma de Mestre Sádico. Será considerado pecado e sacrilégio comer ou beber algo que não tenha sido antes batizado, de uma forma ou de outra, pelo pênis que será sujeito de adoração nesses cinco dias.
Na verdade, até mesmo os objetos tocados pelo pênis serão superiores a ela. Se, ao estiver sentado, o pênis do Senhor tocar a cadeira e ele se levantar, Stephanie deverá, antes de segui-lo, beijar a cadeira em sinal e reverência.
Nesses cinco dias, a sissie deverá esmerar-se em descobrir novos modos de beijar, chupar e masturbar, que proporcionem maior prazer ao Dom. Deverá pensar nisso 24 horas por dia, e até mesmo sonhar com o pênis do Dom e com novas formas de satisfazê-lo. Não será admitida nenhuma desculpa para não fazê-lo.
De tempos em tempos, eu lhe farei perguntas sobre o pênis para testar sua atenção. Posso, por exemplo, perguntar-lhe qual a técnica que dá mais prazer ao dono. Ou a diferença de gosto entre o pênis úmido e seco. Ou entre a urina e o esperma. Posso também perguntar que tipo de coisa ela faria pelo sujeito de sua adoração ou como ela se sente sendo apenas o objeto de prazer de um pênis. A todo momento, ela deverá estar atenta e não poderá titubear por um único segundo. Sua resposta deve ser pronta e demonstrar prazer, ou será castigada imediatamente. A resposta a essas perguntas será o único momento em que poderá deixar e lamber ou beijar o adorado pênis. Mas mesmo assim, ela deverá continuar fazendo carinhos e masturbando, com muita atenção.
Quando o Mestre Sádico estiver dormindo, Stephanie velará ao seu lado. Poderá dormir, mas deverá acordar no momento em que lhe for solicitado e começar a sugar, beijar ou fazer o que mais estiver ao seu alcance para a adoração.
É aconselhado que seus sonhos sejam com o pênis de Mestre Sade, pois lhe será perguntado de manhã que tipo de sonho teve. Se acontecer de não ter tido um sonho ou ter sonhado com outra coisa, deverá ter criado um sonho diferente a cada noite, sempre numa situação de adoração com o pênis, sujeito de adoração.
Aliás, ao acordar, é bom que decore isso, ou será castigada, deverá dizer: “Bom dia, meu pênis adorado. Mal podia esperar para dar-lhe prazer mais uma vez” e selar essa fala com um beijo apaixonado. Em hipótese nenhuma, nesses cinco dias, Stephanie deverá falar de outro assunto que não seja o pênis de Mestre Sádico.
Ao final desses cinco dias, não sobrará um único pensamento que não seja o pênis de Mestre Sádico.

Tuesday, September 22, 2009

TIA VANDA – PARTE 75 – Uma confissão

Ficamos chocadas ao descobrir que uma de nós ainda continuaria a ser castigada e nós perguntávamos quem seria. Madame andava entre nós, falando lentamente, como se quisesse aumentar nossa tensão, nos torturando psicológicamente:
- Todas vocês são menina más que merecem castigo, mas uma conseguiu realmente me deixar nervosa e brava. A denúncia é tão grave que foi feita apenas para mim. Uma de vocês admitiu para a colega que não suporta chupar pênis. Uma de vocês admitiu que sonha em um dia voltar a ser hominho. Compreendem a gravidade desse crime? Para um crime como esse uma simples punição com a cane não é suficiente. Aquela que for culpada, dê um passo à frente.
Todas nos olhamos indecisas. Quem seria? Ninguém se mexeu.
- Vamos, dê um passo à frente, ou todas serão castigadas. Falo sério. Ou a menina que cometeu semelhante crime se denuncia ou será denunciada pelas colegas.
Para nosso espanto, Stephanie deu um passo a frente. Não fez somente isso, mas também se jogou aos pés de Madame, em prantos.
- Por favor, Madame. Fui eu que cometi esse crime. Imploro para que não puna minhas amigas pela minha falta.
Madame riu, satisfeita.
- Muito bem. Agora quero que confesse. Quero ouvir de você, minha menina. Conte cada detalhe sórdido para que as outras ouçam e se envergonhem.
Stephanie titubeou. Não conseguia dizer em público algo tão vergonhoso.
- Vamos, fale. Confesse ou suas amigas serão castigadas!
- Está bem, madame, disse Stephanie, entre soluços. Confesso que ainda penso em voltar a ser homem. Confesso que odeio chupar pênis e que ainda sonho em um dia ainda poder usar meu pequeno pirulito.
Todas nós soltamos um Oh de espanto. Jamais imaginávamos ouvir isso de Stephanie, ainda mais do episódio em que ele fora obrigada a usar o avental com os dizeres PUTA CHUPADORA DE PAU. Certamente o castigo seria terrível.

Tuesday, September 08, 2009

Sardax
























Thursday, September 03, 2009

Empregadinhas







Tuesday, September 01, 2009

Stapon




TIA VANDA – PARTE 75 - O CASTIGO COM A CANE


No dia das denúncias, Madame decidiu que cada uma de nós deveria ser castigada. Nós fomos colocadas uma ao lado da outra, de costas para uma parede. Na nossa frente, apenas uma mesa e Madame.
A Senhora ia nos chamando uma a uma. Aquela que fosse chamada deveria se inclinar sobre a mesa, deixando a bundinha bem elevada e esperar pelo castigo.
- Muito bem. Agora inicia seu castigo. Todas deverão contar o número de golpes em voz alta.
Então, Madame começava a manejar a cane, traçando desenhos abstratos em nossas bundas.
Enquanto um de nós apanhava, as outras iam contando:
- Um, dois, três...
Até completar o número correto de golpes para cada punição.
Quando uma sissie completava de ser castigada, voltava para seu lugar na fila, mas dessa vez ficava de frente para a parede, para que todos pudessem observar nossas nádegas avermelhadas. Era uma sensação de humilhação pública, até porque o ritual durou mais de duas horas. As meninas que foram as primeiras ficaram horas viradas para a parede, expondo suas nádegas em fogo. As outras, que foram as últimas, passaram horas em pé, observando o castigo das amigas e esperando seu próprio castigo. Não sei o que era pior: se a dor da castigadas, ou a expectativa de também ser punida com cane. De certa forma, é como se Madame tivesse nos castigado com cada um de seus golpes, pois nós também sofríamos e até chorávamos quando a menina sobre a mesa chorava.
Ao final, com todas nós enfileiradas, de cara para a parede, Madame andou por nós, como que admirando sua obra. Ela observava a vermelhidão das bundas e até acariciava, deliciada com o resultado de sua cane.
Depois dessa inspeção, ela mandou que nos virássemos.
- O castigo de hoje está completo, e haverá outros castigos se continuarem existindo faltas. Não admito meninas que ainda se achem homens ou que sejam rebeldes. Hoje, todas vocês serão dispensadas de novos castigos. Todas, menos uma.

Thursday, July 30, 2009

Senhora de salto abusa de seu escravo






Reparem na linda sandália dessa linda senhora.



Monday, July 27, 2009

Strapon



Milking


Mais meninas


Meninas, meninas!

No meio das denúncias, surgiu a história escandalosa de que algumas meninas andava fazendo indecências umas com as outras, sem a permissão de Madame. Vejam só:







Conto: Ela me convenceu a dar o cu

Quando eu era adolescente, participava de um grupo de teatro de minha cidade. Quem já fez teatro sabe que é a putaria, todo mundo come todo mundo. Mas eu era o mais comportado e o mais ajuizado, tanto que era sempre o responsável pelo dinheiro. Era eu que recebia e distribuía o pagamento pelas apresentações. Todo mundo tinha confiança em mim, mas também era verdade que todos os homens do grupo queriam trepar comigo. Afinal, eu era uma espécie de troféu inatingível.
Uma vez fomos participar de um encontro de teatro em uma cidade próxima. Ficamos na casa do presidente da associação de teatro.
O primeiro dia foi dedicado a debates e na parte da noite assistimos a uma palestra sobre sexo. O palestrante dizia que a mulher tem cromossomos XX e o homem cromossomos XY e por isso todo homem era, no fundo, homossexual. Durante toda a palestra ele não tirou os olhos de mim, tanto que comecei a ficar encabulado.
Quando terminou a explanação, ele disse que estava muito tenso e se ofereceu para me fazer uma massagem no ombro. Ficou bem claro que ele estava doido para me traçar.
Quando chegou a hora de dormir, todo mundo foi para a parte de cima, onde ficavam os quartos e logo percebi que ia ser a maior putaria.
Preferi ficar em um quartinho pequeno, debaixo da escada, um local que deveria ser, originalmente, uma despensa, mas dava para dormir tranqüilamente. Desenrolei meu colchonete e dormi à vontade.
No dia seguinte, percebi que uma garota estava de olho em mim e me acheguei. Não demorou muito já estávamos aos beijos, mas escondido, pois ela era casada e queria sigilo.
De noite fui dormir no meu quartinho debaixo da escada e ela foi para lá comigo. Quando a casa ficou silenciosa, começamos os beijos e amassos.
Eu estava beijando os seios dela quando ouvimos a porta do quarto se abrindo. O cara que tinha feito a palestra no dia anterior meteu a cabeça para dentro, mas quando viu ela, foi logo se desculpando:
- Desculpe, errei de porta.
Era uma desculpa totalmente esfarrapada, pois o quarto dele ficava no segundo andar. Era óbvio que ele tinha esperado todo mundo dormir para me pegar no quarto sozinho.
- Errou uma ova. – disse a minha companheira. Mas não se preocupe, entre aqui com a gente...
Ele ficou parado na porta, indeciso sobre o que fazer.
- Vem, entra logo e fecha a porta antes que alguém veja! – disse ela.
Finalmente ele tomou coragem e entrou.
Olhei para ela como que perguntando o que estava acontecendo e ela me tranqüilizou:
- Calma, não se preocupe. Você vai gostar.
O rapaz se aproximou e ficou de joelhos no colchonete.
Ela abaixou o short dele, revelando um belo cacete, comprido e fino.
- Chupa o cacete dele, chupa! – cochichou ela no meu ouvido.
- O quê?
- Vai, chupa ele! Você não quer comer a minha xoxota? Só vou te dar se você chupar o pau dele... Eu tava doido para comer ela e acabei cedendo. Peguei timidamente o pau dele. A cabeça latejava
- Beija a ponta do pau dele, beija. – comandava ela.
Aproximei-me e dei um beijo rápido.
- Não, beija com vontade! Quer ver você dar um beijo apaixonado. Imagina que é a minha boca que você está beijando...
Aproxime novamente a boca e dei um beijo demorado, abocanhando toda a ponta da pica e sentido o gosto do esmegma que já começava a lambuzar o pau dele.
- Beija, beija mais. – incentivava ela.
Fui beijando mais, passando da cabeça para o mastro e para o saco, percorrendo cada centímetro daquele caralho com beijos molhados e barulhentos.
- Agora lambe. – comandava a minha namorada. Começa lambendo o bico, onde tem essa boquinha. Mete a ponta da tua língua no boquinha do pau dele e vai lambendo. Agora lambe toda a cabecinha e a dobra da cabecinha.
Ela ia dizendo e eu ia obedecendo. O líquido transparente que saía do pau dele se misturava com a minha saliva e aquela mistura gosmenta ficava grudada entre a minha língua e o pau dele quando eu afastava a língua.
- Agora chupa. Coloca a cabeça do pau dele na boca...
Envolvi toda a cabeça do cacete com os lábios e achei estranha a textura da peles, com um morango.
- Chupa forte. – comandava ela. Chupa como se estivesse mamando no pau dele.
Enquanto eu chupava, percebi que ela tirava minha cueca. O cara gemia de tesão.
- Vai, chupa tudo e movimenta a cabeça para ele ter a impressão de que está fodendo uma boceta.
Ela dizia isso e, ao mesmo tempo, acariciava a minha bunda e o meu pau. Então ela se colocou abaixo de mim e começou a chupar o meu pau. Ao mesmo tempo, ela meteu um dedo na xoxota, molhando-a bem e depois começou a acariciar a entradinha do meu cu. Ela fazia pequenos círculos na entradinha e cutucava, ameaçando penetrar. Quando eu menos esperava, ela meteu tudo no meu rabo.
Ficamos um bom tempo assim: eu chupando o cara ela me chupando, ao mesmo tempo que metia o dedo no meu cu e se masturbava.
Quando ela se cansou dessa posição, saiu de baixo de mim e disse no meu ouvido:
- Deixa ele te comer, deixa...
Arregalei os olhos e fiz que não com a cabeça. Ela falou de novo, dessa vez muito sensual, como um gato ronronando:
- Vai, deixa ele te comer que deixo você comer a minha xaninha...
Ela falava e passava a língua na minha orelha, me causando estremecimentos de tesão.
Finalmente aceitei. Ela me ajeitou, colocando-me de quatro, com a bunda virada para a porta.
Ele se colocou atrás de mim e ela preparou o meu buraquinho, passando nele a lubrificação que saía aos montes de sua xana. Depois abriu a minha bunda, deixando meu cu exposto, à disposição do caralho do outro. Para facilitar a penetração, ela ia direcionando com a mão a pica na direção da minha entradinha.
Senti a ponta do caralho forçando caminho entre minhas pregas, até entrar toda a cabecinha.
A minha amiga me estimulava, falando no meu ouvido:
- Faz força como se estivesse cagando que entra tudo...
comecei a fazer força e quando percebi, ele já tinha metido tudo. Ele então pegou a minha cintura e começou a bombar o meu cu.
- Vai, mete no cu dele, mete. – dizia minha amiga.
Quanto mais ela falava, mais rápido ele metia.
Então ela se meteu debaixo de mim e me ofereceu a sua xoxota.
Fazia muito tempo que eu não transava e meter naquela caverninha quentinha era um paraíso, ainda mais com um cacete metido no meu rabo. Tanto que comecei a meter e tirar, ao mesmo tempo que, com esse movimento, o caralho entrava e saía do meu cu.
- Vou gozar. – anunciou ele, tirando o cacete e esporrando na minha bunda.
Também não demorei muito para gozar, encharcando de porra a xoxota da minha amiga, que gemia, em orgasmos múltiplos. Caímos os três no colchonete e fiquei entre os dois, acariciando o cacete de um e a buceta de outra. Começamos a conversar e ela me disse que não tinha sido uma coincidência. O rapaz tinha gostado de mim e ela tinha armado para que eu o deixasse me enrabar. Por outro lado, ela também queria sentir o gosto do meu pau na sua xana e o resultado era o que tinha acontecido.
- Brava comigo? – perguntou ela.
- Como eu poderia estar bravo com você? Essa foi a melhor transa que já tive...
E assim dormimos abraçados, ele roçando a minha bunda e eu roçando a bunda dela...

Thursday, June 25, 2009

TIA VANDA – PARTE 75 AS DENÚNCIAS

Eu estava tão entretida contando a história de Shirley e Stephanie que acabei não contando o que aconteceu conosco. Madame estava uma fera pelo nosso comportamento e, principalmente, por nenhuma de nós ter denunciado as duas.
Assim, ela nos colocou na sala de punições e foi chamando uma a uma. Foi nos avisado que deveríamos denunciar nossas companheiras de quarto por qualquer comportamento incorreto. As que não denunciassem, seriam punidas em dobro. Nessa hora, cada uma de nós procurou na memória qualquer coisa, qualquer mínimo ato que pudesse ser ofensivo à nossa nova condição.
Uma a uma, nos fomos avançando e denunciando nossas companheiras. Era também uma forma de demonstrar que não deveríamos ter nenhuma afeição uma pelas outras que não fosse motivada pelo sincero desejo de servir a nossos donos.
Finalmente, eu fui chamada.
- E então, minha sissie. O que tem a dizer sobre a sua companheira de quarto?
Eu balancei a cabeça negativamente:
- Madame, eu não...
Mas fui interrompida por Madame, que me puxou pelos cabelos e cuspiu em minha cara:
- Não o que? Vamos, diga!
- Senhora, certa vez eu vi...
- Hm.. estamos melhorando... vamos, diga o que viu.
- Certa vez, eu estava dormindo e vi Clarinha gemendo. Ela estava sob a coberta, mas parecia estar se masturbando?
Madame ficou vermelha de raiva:
- O que? A partir de agora, todas as sissies devem dormir sem cobertas! Não admito esse tipo de desrespeito em minha escola. Muito bem, 30 chicotadas para Clarinha. Volte para seu lugar.
Então, clarinha foi chamada e descobri o quanto ela era vingativa. Ela buscou na memória todas as situações em que eu havia tido comportamento masculino. Foram quase dez minutos de denúncias. Ao final, Madame estava muito satisfeita.
- Muito bem, Clarinha. Vou diminuir seu castigo para 20 chicotadas e aumentar a de Penélope para 40.

Sunday, May 31, 2009

TIA VANDA – PARTE 74 STEPHANIE É CURADA
No dia seguinte, nós fomos chamadas para ver Stephanie ser retirada do buraco e da gaiola. Nós deveríamos observar todo o processo, para que soubéssemos o que nos aconteceria se cometêssemos um crime tão grave.
A pobrezinha estava acabada. Exausta de fome, cansaço, humilhação. Mesmo assim, não foi poupada. Ao contrário. As gêmeas a levaram, capengando, ao refeitório, onde ela foi presa nas argolas da parede, com as pernas e braços abertos. No outro lado da sala, estava Shirley, numa posição em que não podia ver a amiga, mas podia ser vista por ela. Exausta, desesperada de fome, Stephanie viu a amiga comer à vontade um delicioso café da manhã.
Terminado o café, madame levou as meninas para o mesmo lugar onde havia sido aplicado o castigo no dia anterior. Dessa vez, as gêmeas prenderam Shirley de modo a deixar sua bunda exposta. Madame aproximou-se de Stephanie e deu-lhe a cane:
- Quero que aplique vinte golpes em Shirley. Golpes fortes.
Stephanie aplicou duzentos golpes bem dados, com toda a força que conseguiu reunir.
Estava curada.