Thursday, June 25, 2009

TIA VANDA – PARTE 75 AS DENÚNCIAS

Eu estava tão entretida contando a história de Shirley e Stephanie que acabei não contando o que aconteceu conosco. Madame estava uma fera pelo nosso comportamento e, principalmente, por nenhuma de nós ter denunciado as duas.
Assim, ela nos colocou na sala de punições e foi chamando uma a uma. Foi nos avisado que deveríamos denunciar nossas companheiras de quarto por qualquer comportamento incorreto. As que não denunciassem, seriam punidas em dobro. Nessa hora, cada uma de nós procurou na memória qualquer coisa, qualquer mínimo ato que pudesse ser ofensivo à nossa nova condição.
Uma a uma, nos fomos avançando e denunciando nossas companheiras. Era também uma forma de demonstrar que não deveríamos ter nenhuma afeição uma pelas outras que não fosse motivada pelo sincero desejo de servir a nossos donos.
Finalmente, eu fui chamada.
- E então, minha sissie. O que tem a dizer sobre a sua companheira de quarto?
Eu balancei a cabeça negativamente:
- Madame, eu não...
Mas fui interrompida por Madame, que me puxou pelos cabelos e cuspiu em minha cara:
- Não o que? Vamos, diga!
- Senhora, certa vez eu vi...
- Hm.. estamos melhorando... vamos, diga o que viu.
- Certa vez, eu estava dormindo e vi Clarinha gemendo. Ela estava sob a coberta, mas parecia estar se masturbando?
Madame ficou vermelha de raiva:
- O que? A partir de agora, todas as sissies devem dormir sem cobertas! Não admito esse tipo de desrespeito em minha escola. Muito bem, 30 chicotadas para Clarinha. Volte para seu lugar.
Então, clarinha foi chamada e descobri o quanto ela era vingativa. Ela buscou na memória todas as situações em que eu havia tido comportamento masculino. Foram quase dez minutos de denúncias. Ao final, Madame estava muito satisfeita.
- Muito bem, Clarinha. Vou diminuir seu castigo para 20 chicotadas e aumentar a de Penélope para 40.

Sunday, May 31, 2009

TIA VANDA – PARTE 74 STEPHANIE É CURADA
No dia seguinte, nós fomos chamadas para ver Stephanie ser retirada do buraco e da gaiola. Nós deveríamos observar todo o processo, para que soubéssemos o que nos aconteceria se cometêssemos um crime tão grave.
A pobrezinha estava acabada. Exausta de fome, cansaço, humilhação. Mesmo assim, não foi poupada. Ao contrário. As gêmeas a levaram, capengando, ao refeitório, onde ela foi presa nas argolas da parede, com as pernas e braços abertos. No outro lado da sala, estava Shirley, numa posição em que não podia ver a amiga, mas podia ser vista por ela. Exausta, desesperada de fome, Stephanie viu a amiga comer à vontade um delicioso café da manhã.
Terminado o café, madame levou as meninas para o mesmo lugar onde havia sido aplicado o castigo no dia anterior. Dessa vez, as gêmeas prenderam Shirley de modo a deixar sua bunda exposta. Madame aproximou-se de Stephanie e deu-lhe a cane:
- Quero que aplique vinte golpes em Shirley. Golpes fortes.
Stephanie aplicou duzentos golpes bem dados, com toda a força que conseguiu reunir.
Estava curada.

Thursday, May 28, 2009

TIA VANDA – PARTE 73 O SUPLÍCIO DE SHIRLEY
Ficamos assistindo a cena. Shirley chorava, tentando resistir, mas era quase impossível, depois de ter passado uma noite e uma dia sem comer ou dormir. Por fim, ela chamou Madame:
- Por favor, minha Senhora, me liberte!
- Você entende que, seu eu libertá-la, você deverá acionar o mecanismo que irá dar choques em sua amiguinha?
- Sim, eu gostaria muito de poder resistir, mas não consigo. Por favor, me liberte.
- Que assim seja!
As duas gêmeas se aproximaram e libertaram Shirley. Ela caiu no chão, exausta, mas Madame não deixou que descansasse:
- Vamos, levante-se e acione o mecanismo!
Shirley foi rastejando até uma espécie de caixa, em cuja parte posterior havia um botão vermelho, e apertou-o. Imediatamente, pudemos ouvir um grito de Stephanie lá dentro do buraco. Os choques haviam começado.
Madame instruiu as gêmeas para que levassem Shirley para o refeitório e lhe servissem um bom jantar. Seu plano havia dado certo.

Wednesday, May 27, 2009

TIA VANDA – PARTE 72 A ARTIMANHA
Stephanie e Shirley foram novamente amarradas na posição de hogtied e passaram assim o dia inteiro, sem comer. Água, recebiam apenas de duas e duas horas e apenas alguns goles. Madame sabia que a fome e o cansaço eram elementos importantes no processo de recondicionamento das meninas, em especial de Stephanie. Quando chegou a noite, as duas foram levadas para um quarto especial, com vários instrumentos estranhos: ganchos no teto, gaiolas, buracos no chão... Madame fez questão que todas nós assistíssemos o que iria acontecer, como lição.
Madame ordenou que Shirley tivesse as mãos amarradas e fosse presa no teto. Ela ficou dependurada, tendo apenas um bloco de madeira para pousar seus pés. Mas o bloco de madeira era muito pequeno e inseguro, de modo que ela podia pousar apenas um pé por vez no bloco para descansar da posição.
Madame observou o trabalho com atenção e no final parabenizou as gêmeas. Sim, elas tinham feito um ótimo trabalho. A pobre menina estava numa posição desconfortável e seria quase impossível passar muito tempo nela.
Com a Shirley preparada, Madame voltou sua atenção para Stephanie. Ela foi trazida pelas gêmeas e inclinada, de modo a deixar toda a bunda exposta. Madame lubrificou e enfiou uma espécie de consolo de metal. Era pequeno e eu me perguntei para que servia... mas quando vi o fio elétrico, percebi imediatamente.
Em seguida, Stephanie foi presa dentro de uma gaiola muito pequena, que a deixava totalmente sem movimentos. Então, nossa professora começou sua explanação:
- Stephanie, você passará esta noite presa nesta gaiola, dentro de um buraco no chão previamente preparado. Passará a noite, nua, no escuro, pensando em seus crimes e se lamentando. Ainda assim, poderá dormir. Sim, poderá dormir, se o mecanismo de choque que enfiei no seu ânus não for acionado. Nesse caso, você levará choques de meia em meia hora. Nem eu, nem as minhas gêmeas acionaremos o mecanismo. Isso não lhe ensinaria nada. O mecanismo só poderá ser acionado por Shirley. No momento em que ela pedir, será solta, poderá fazer uma refeição e irá dormir tranquilamente em sua cama, mas como resultado, você terá uma noite de horror, com fome, sono, trancada em um local escuro e sem poder se mexer, recebendo choques de meia em meia hora. Shirley tem duas opções. Ou compartilha seu sofrimento e passa a noite inteira pendurada, com fome e sono, ou se livra disso e aciona o mecanismo. A decisão será dela, só dela, entendeu?
Ambas fizeram que sim.
Madame ordenou que a gaiola com Stephanie fosse colocada no buraco. Por um engenhoso mecanismo de roldanas, as duas gêmeas conseguiram, sem dificuldades, realizar a tarefa. De fato, o buraco era do exato tamanho da gaiola e foi totalmente fechado, exceto por um pequeno respiradouro. Tremi de medo ao imaginar a sorte terrível de Stephanie ao passar a noite naquela situação. Pior ainda se fosse levando choques. Será que o amor de Shirley por ela seria grande o suficiente para resistir à tentação de uma cama confortável e uma refeição decente?

Thursday, May 21, 2009

TIA VANDA – PARTE 71 STEPHANIE SE RECUSA
Agora era a vez de Stephanie castigar Shirley. Como estava sem calcinha e seu vestido era curto, podíamos ver que sua bundinha estava em brasa, totalmente vermelha e sensível.
- Essa aí vai levar uns dois dias para poder sentar novamente, comentou Clarinha, ao meu lado.
Madame entregou-lhe a cane e ordenou que começasse o castigo.
- 150 golpes! E com força.
Stephanie segurou a cane sem muita convicção e deu uma batidinha de leve no bumbum de Shirley, que havia sido presa da mesma forma que ela, com as pernas esticadas para trás. Mas não prosseguiu.
- Vamos, bata, bata com mais força. Está muito enganada se acha que pode simplesmente simular que está batendo!
Stephanie começou a chorar. Não era um choro melancólico, como o da amiga, mas um choro incontrolável. Ela largou a cane e levou a mão ao rosto, tentando esconder as lágrimas, mas seu peito arfava num choro barulhento.
- Você só está dificultando as coisas! Comece logo a punição, ou vai ser pior! – avisou Madame.
A pobre menina não podia continuar. Na verdade, mal conseguia falar. Depois de algum tempo, entre soluções, ela soltou:
- Por favor, Madame! Não me obrigue a isso. Me prenda aí e me surre, mas não me faça bater em minha querida! Por favor, eu lhe imploro. Aumente a minha pena, mas perdoe Shirley...
Madame aproximou-se e cuspiu no rosto de Stephanie e a saliva misturou-se com as lágrimas.
- Sua vadia. Só está dificultando as coisas! Se não castigar sua amiga, provocará uma pena maior, não só para você, mas também para ela...
Stephanie balançava a cabeça, em negativa. Não adiantava. Ela não ia conseguir.
- Muito bem. Teremos outra punição para vocês. Embora lamentável, esse episódio me mostrou como devo lidar com as duas... irei quebrar seus espíritos, até que uma deseje bater na outra!

Monday, May 11, 2009

Para vocês ficarem imaginando como as sissies serão castigadas







TIA VANDA – PARTE 70 O CASTIGO DAS AMANTES
Preparada a nova aluna, Madame passou para o castigo de Shirley e Stephanie.
Stephanie foi amarrada a um mastro, com a pernas esticadas para cima. Nessa posição, ela ficava com a bunda totalmente exposta a qualquer tipo de molestação.
- Seria muito infantil de minha parte simplesmente chicotear esta escrava. Seria uma punição, mas não ensinaria nada a essas vadias.
Assim, quem deveria executar a punição seria exatamente a amante, Shirley.
Madame colocou a cane na mão da escrava e ordenou:
- Espanque-a. quero cem golpes bem dados, até que a bunda dela fique totalmente marcada!
Shirley implorou:
- Por favor, senhora, não me faça bater no amor de minha vida!
- Comece agora, ou aumentarei para 200 golpes!
Relutante, Shirley começou a bater. Ela dava golpes e dizia, no ouvido da amiga:
- Por favor, me desculpe, minha querida...
Era uma cena triste, mas, ao mesmo tempo romântica. Stephanie recebia os golpes e gritava:
- Eu te perdôo, meu amor.
Algumas de nós começamos a chorar, mas isso decididamente não agradava Madame.
- Parem com isso, ou aumentarei a pena para 200 golpes!
Finalmente, Shirley terminou os golpes e reclinou-se para chorar.
- Agora, Shirley será castigada. E por toda essa pantomima, receberá 150 golpes!

Strap




TIA VANDA – PARTE 69 PREPARANDO A NOVA ALUNA
Depois de depilada, Roberta foi levada para uma cadeira de salão. As gêmeas cortaram suas unhas e as pintaram, com um fundo claro e coraçõezinhos vermelhos.
Madame decidiu que ela não usaria peruca, que poderia ser tirada. Assim, ela se decidiu por aplique. Felizmente, a nova menina tinha cabelos pretos, lisos. Bastou um corte feminino, com uma franja no estilo Betti Page e ela já ficou mais feminina. Na parte de trás foram feitos apliques que a deixaram com cabelos compridos. Madame teve que pedir para que ela parasse de chorar na hora em que começou a maquiagem, para não borrar.
Como ainda não era ainda uma aluna, ela foi colocada numa roupa rosa, um vestidinho curto, que deixava aparecer a calcinha. O vestido tinha uma barra de renda branca muito linda.
Roberta também ganhou uma meia sete oitavos branca com elástico em renda rosa, para prender na perna, e uma sandália com salto de acrílico. Ficou linda, mas infelizmente ainda se percebia que ela ainda era um machinho, pois andava, falava e se movimentava com um menino. Parecia até engraçado, ela, tão feminina na forma e tão masculina nos gestos. Madame percebeu isso:
- Vejo que vou ter muito trabalho com você, minha menina! Mas no final, tudo dará certo. Antes de sua formatura, transformaremos você na sissie mais submissa e mais feminina que esta escola já formou.

Wednesday, April 29, 2009

Mais Jamie Coxx












Tuesday, April 28, 2009

TIA VANDA – PARTE 68 A NOVA ALUNA CHORA
Do jeito que estava, Roberta não podia ser admitida na escola. Assim que Lady Letícia saiu, Madame deu ordens às gêmeas para que começassem a preparar a nova aluna.
Elas começaram retirando a roupa de hominho. A roupa foi levada, pois ela nunca mais ia precisar disso.
Em seguida, as duas amarraram Roberta numa mesa e começaram a depilá-la com cera quente. A coitadinha urrava de dor, pois era bastante peluda, mas não chorava, o que era de se esperar de uma menina. Madame percebeu esse detalhe. Ela aproximou-se e falou em seu ouvido:
- Você não quer chorar, minha menina? Não quer extravasar? Isso vai lhe fazer bem... vamos chore para mim.
Roberta ainda achava que era um machinho, de modo que fechou os lábios e segurou até mesmo os resmungos.
- Oh, isso é tão triste. – lamentou Madame. Seria tão mais bonito se você chorasse... vamos, chore para mim e tudo vai ser muito mais fácil. Aceite sua nova condição...
Como o escravo não chorava, Madame soltou um longo suspiro e pegou uma cane.
- Está vendo isso? É um chicote flexível, mas muito dolorido. Sua pele está sensível, por causa da depilação, de modo que doerá mais ainda... eu baterei em você até que chore. Será muito fácil acabar com esse suplício. Basta chorar para mim...
Madame começou a sessão de spaking e nos maravilhou com sua extraordinária técnica. Ela dava pequenas batidas leves no mesmo lugar, para acostumar a pele e, ao mesmo tempo, não dar indicação de qual golpe seria realmente doloroso.
Veio o primeiro golpe nas nádegas e o escravo mordeu os lábios para não gritar. Madame deu mais um, e outro, e outro golpe.
Finalmente, depois de quase vinte minutos de golpes sucessivos, a menina aflorou dentro dele e chorou.
Madame ordenou que Roberta fosse desamarrada e pegou-a no colo, enquanto ela chorava:
- Muito bem, minha menina. Vê? Não precisa ser tão sofrido. Você só precisa esquecer o machinho que você acha foi, mas nunca de fato foi. Dentro desta casca de homem sempre existiu uma sissie doida para ser libertada. Liberte-a e verá que sentirá muito melhor do que jamais sentiu... isso, chore, chore, minha linda menina. Chore à vontade. Acostume-se com isso... porque hoje você vai chorar mais ainda. As minhas meninas só depilaram um lado de seu corpo. Agora terá de suportar a depilação do outro lado e será muito melhor se chorar... entende?
Roberta fez que sim. De fato, ela chorou o resto daquele dia. Chorou quando era depilada, chorou quando as gêmeas pintavam suas unhas com coraçõezinhos ou faziam a maquiagem, ou lhe colocavam as roupas. No final, parecia que não era só um choro de dor. Ela chorava pelo machinho que ia embora e pela menina que aflorava dentro dela.

Monday, April 27, 2009

Jamie Coxx





Oi meninas, não costumo comentar fotos, mas essas da Jamie Coxx eu gostaria de comentar. Acho que de todas as CDs profissionais, que fazem filmes e fotos, essa é a mais bonita e feminina. Ela tem um olhar muito feminino e a pele lisinha, branquinha, típica de uma sissie, além de uma bundinha linda. Além, claro, de usar roupas lindas.Ou seja: ela é o que toda CD gostaria de ser.








TIA VANDA – PARTE 67 A NOVA ALUNA FAZ UMA SÚPLICA
Nisso, Roberto jogou-se ao chão, de joelhos, suplicando:
- Por favor, minha senhora. Aceito qualquer castigo, qualquer coisa, mas por favor, não me transforme numa sissie. Não tire de mima minha condição de macho.
Madame balançou a cabeça e riu:
- Sua idiota. Sua condição de macho foi extinta no momento em que atravessou a porta de entrada. Agora você se vestirá, andará, comerá e até pensará em si mesma como uma menina submissa!
Percebendo que não ganharia nada com Madame, o escravo virou-se para sua dona, as mãos postas, como que orando.
- Por favor, minha senhora, não me submeta a isso! Por favor, eu lhe suplico!
Lady Letícia acariciou seu cabelo, de um modo que parecia que ia aceitar a súplica:
- Oh, coitadinho...
Então deu-lhe um tapa no rosto e mudou a expressão. Se antes parecia uma dona meiga e simpática, agora parecia uma verdadeira dominadora. Ela pegou o escravo pelo queixo e obrigou-o a levantar o rosto. Aproximou-se dele e cuspiu em seu rosto.
- Sua vadia! Acha que vou desistir de meus planos para você só porque está pedindo? Que tinha de Rainha você acha que eu sou? Posso não ter toda a técnica de Madame para transformá-la numa sissie, mas ainda assim sou eu que mando aqui, entendeu?
- Sim, senhora... mas...
- Não tem mas. Eu decidi que quero transformá-la em menina e assim será feito. Você só sairá daqui quando for uma perfeita sissie para me servir e a servir aos meus amantes, entendeu?
- Sim, senhora.
- Que assim seja!
E foi assim que nós ganhamos mais uma aluna....

Friday, April 24, 2009

Strapon





Thursday, April 23, 2009

Sissies












Wednesday, April 22, 2009

TIA VANDA – PARTE 66 UMA NOVA ALUNA
No dia seguinte, quando acordamos e fomos tomar café, encontramos com Madame no corredor. Ao seu lado vinha uma Domme puxando um escravo pela coleira. Era um escravo homem, com jeito masculino e vestido como terno e gravata. Seria um cavaleiro normal, não fosse pela coleira com a guia e a gravata rosa. Logo descobrimos que a dominadora chamava-se Lady Letícia.
- Madame, preciso de ajuda com este traste. Ele ainda não se convenceu de que é uma mulherzinha, o que me deixa muito triste. Não tenho nada a reclamar de seu comportamento submisso. Ele também agüenta a dor muito bem. Mas intuo que essa resistência à dor é uma forma de demonstrar algum tipo de macheza. Estou cansada disso, estou cansada de seu pênis e de sua insistência em querer usá-lo, seja comigo ou seja masturbando-se. Além disso, ele se recusa terminantemente a satisfazer meus amantes e eu ficaria tão feliz em ver isso acontecer...
Madame balançou a cabeça, compreensiva.
- Entendo, esse é um comportamento realmente enervante e repugnante. Mas no momento não estou abrindo novas vagas. A formatura desta turma deveria ser amanhã, mas tive que adiar em uma semana por causa destas duas.
As senhoras chegaram ao quarto de Shirley e Stephanie.
Lady Letícia admirou-se:
- Interessante, o que elas fizeram?
- Elas tiveram um relacionamento não autorizado. Se fosse um relacionamento puramente lésbico, seria uma infração das regras, mas ainda assim seria compreensível. Acontece que uma delas acha que ainda é machinha e usou o seu pênis nessa relação. Para piorar mais ainda, a outra, que serviu de fêmea, diz que está apaixonada. Nesse sentido, é pelo menos positivo, porque quando chegou aqui ela se dizia um machinho e até se negava a chupar um pau. Mas não posso admitir que uma aluna se apaixone por outra. Uma menina só pode se apaixonar pelo seus Dono ou por sua Dona ou por quem eles ordenarem que ela se apaixone. Elas precisam aprender que uma sissie é apenas um objeto para prazer de seus senhores. Uma sissie deve ter apenas os sentimentos de lealdade aos seus senhores e submissão, além da feminilidade. Teremos que castrar uma delas e retirar os sentimentos da outra.
Lady Letícia coçou o queixo.
- Hm... e essas duas meninas já foram um dia machinhos?
- Sim, sem dúvida. Não há prazer em feminizar meninas que já são femininas...
- Então acho que a convivência de meu escravo com essas meninas insolentes será interessante, para que ele perceba o que lhe acontecerá se não se tornar uma perfeita menina. A senhora se importaria de tê-lo como aluno antes mesmo da próxima turma.
- Bem, isso não é muito fácil, pois...
- Estou disposta a pagar bem, desde que ele seja transformado em uma menina. Ah, e também ficaria muito grata se ela fosse castrada...
- Nesse caso, faremos uma exceção. E qual é o nome dessa vadia?
- Roberto.
- A partir de hoje, será chamado de Roberta e lhe prometo que ele não sairá daqui sem antes ter se transformado numa perfeita sissie.

Friday, April 17, 2009

Mais fotos







TIA VANDA – PARTE 65 NOVAS REGRAS
Madame estava furiosa com o que tinha acontecido e, por isso, resolveu mudar a rotina do castelo:
- Amanhã começará a punição e o adestramento de Shirley e Stephanie. Mas não pensem que só elas sofrerão. Alguma de vocês poderia ter visto isto antes que a coisa se tornasse incontrolável, mas apenas Domenique foi capaz de me avisar. A partir de hoje, serão vigiada 24 horas por dia, por mim, pelas gêmeas, mas principalmente por vocês mesmas. Vamos adiar em uma semana a formatura. Nesse período, vocês terão a obrigação de denunciar as colegas. Quem não denunciar pelo menos uma colega, ficará sem comida o dia inteiro. Isso já vale para esta noite!
Essa decisão de Madame criou um clima terrível na Escola. A partir dali, sabíamos que estávamos sendo constantemente vigiadas. As mínimas faltas eram observadas pelas colegas: um andar masculino, uma voz grossa, a maneira de sentar não feminina... parecia que até mesmo pensamentos masculinos poderiam ser descobertos e denunciados. Qualquer erro, real ou imaginário, poderia ser punido.
Naquela noite, Stephanie e Shirley dormiram no chão, lado a lado, mas na posição de hogtied e com mordaças do tipo gagballs. Além disso, Madame introduziu um plug no anus de cada uma. Esse plug, de metal, era no formato de argola. Madame amarrou uma corda no plug e amarrou a outra ponta no pescoço de cada uma delas, esticando bem. Dessa forma, as duas ficaram em posições realmente incômodas, com o pescoço esticado para trás. Se tentassem aliviar a pressão sobre o pescoço, aumentavam a pressão da argola sobre o anus. Era uma posição, em suma, insuportável. Eu não sei se conseguiria passar nem mesmo uma hora naquela posição, mas as duas passaram a noite inteira. Madame estava realmente brava.

Tuesday, April 14, 2009

Palmadas